Pelo fato de muitos acharem que a paz é conquista dos "bonzinhos", obrigatoriamente seguida pelo sinal da pombinha branca em defesa dos "direitos humanos", eles já têm desenhado inconscientemente na cachola que não é mais necessário lutar pela preservação da espécie a que eles pertencem.
Reproduza o discurso raso de sociedade sem armas, e, assim, fica mais fácil usar a paz para engendrar agendas demolidoras do povo que (isto sim) clama verdadeiramente por segurança, proteção e soberania familiares.
Infelizmente, muitos ainda caem na arapuca de pacifista bonzinho, no qual o "mais amor, menos ódio" tornou-se o mantra predileto dos que enxergam na esquerda festiva um meio de alcançar suas famigeradas utopias. Com efeito, estes mesmos que acreditam em uma paz sem espadas e em um amor sem sacrifícios são os primeiros a serem vítimas dos agentes da perversidade - em tons rosados de tolerância - que o pacifismo carrega desde a raiz.
Tudo isso em nome dos "direitos humanos" que os ativistas dizem pregar.
Não adianta ceder lugar à ingenuidade: enquanto tem gente brincando de cantar We Are The World, o projeto de poder totalitário vem mostrando sua espada vermelha de sangue pronta para cortar cabeças mundo afora.
Cabeças que se negam a vender o discurso de ódio em pele de laico, querem a sua família de volta e defendem a preciosidade maior de suas vidas, que é o próprio Cristo Jesus.

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