Armas Nas Mãos do Cidadãos de Bem
A legítima defesa é um sacro direito profanado pelos "governantes" - Desde que nos conhecemos por gente, sabemos que a luta pela sobrevivência é essencial para a manutenção de nossa espécie (e, por que não dizer?, dos animais terrestres e marítimos), a fim de nos defender dos males que nos tentam sucumbir diuturnamente.
É a lei mais básica do ser humano e de seus semelhantes. Um tubarão caça seus inimigos nas profundezas do mar, porque, no fundo, quer conservar e proteger seus filhotes dos riscos com os quais, porventura, venham a correr. Até a própria Igreja Católica, com toda sua sabedoria e sacralidade, reconhece como válido o direito de legítima defesa, com os meios legais e moralmente aprovados pelo Santo Catecismo.
À mesma lógica de sobrevivência, podemos atribuir a nossa sociedade atual que se vê refém da bandidagem coletiva, em um país que se derrama mais sangue em um ano do que uma vetusta guerra do Vietnã que durou quase duas décadas. E olhe lá, vemos muitos mentecaptos usarem o Estatuto do desarmamento como argumento de defesa às tão coroadas "vítimas da sociedade".
Em linhas gerais, na medida em que o direito ao porte de armas é descaradamente censurado pela propaganda da esquerda "mais amor, menos ódio", os meliantes são aplaudidos pela mídia que se contenta com um policial morto pelos próceres do tráfico.
É esse o pacifismo que amam defender, mas fingem não perceber.Chegamos em um nível tal, que o império do totalitarismo nos impõe fardos para entrarmos nas tristes estatísticas com medidas ditatoriais ao cidadão comum.
Seremos, em uma conjuntura amarga e pessimista, obrigados a exigir respeito às pessoas de bem através de uma desobediência civil e, em caso severo, com derramamento de sangue. Reconhecer o direito legítimo ao porte de armas não é fazer apologia à violência, como os arautos do politicamente correto erroneamente afirmam, mas convencer a sociedade de que, antes dos bandidos, a vida está em primeiro lugar.
Cumpre-nos reforçar que um povo sem defesa faz uma nação sem ordem. Por isso, para além de textões e clichês de Facebook, queremos respeito aos nossos impostos, e retorno efetivo dos nossos direitos (afinal, antes da recompensa, temos dever a cumprir), a fim de que eles sejam úteis para investirmos no conhecimento, na saúde de qualidade, bem como na valorização da polícia e da segurança pública.
Porém, quando achamos que segurança resume-se a cercas elétricas, câmeras de segurança e ronda policial noturna, colocamos nossas vidas em escanteio para os marginais colocarem o assalto e a intimidação no currículo do crime.

Legítima defesa e porte de arma são coisas absolutamente diferentes.
ResponderExcluirAlém disso, não posso aceitar o argumento de que as armas de fogo possam ser livremente portadas por "cidadãos de bem". Primeiro, porque parece-me óbvio que não dá para saber quem é "cidadão de bem". Não basta que o cidadão tenha ficha limpa na Justiça. Isto não constitui garantia alguma. Segundo, porque não basta que o suposto "cidadão de bem" tenha autocontrole emocional. Ele também precisa ter alto nível moral para aceitar o risco pessoal em nome da segurança contra um possível erro de avaliação, capaz de transformar um desconhecido em vítima inocente. Finalmente, defender o porte de arma de fogo é incompatível com os princípios da DESOBEDIÊNCIA CIVIL E DA NÃO-VIOLÊNCIA (desobediência civil pacifica).
Isso.o Cidadão de bem não pode só os Bandidos que podem.
ExcluirPara portar arma no Brasil é preciso registrar. Para registrar a arma é preciso passar em exame psicotécnico e de tiro. O simples fato de registrar a arma comprova a condição de "cidadão de bem", pois está se sujeitando ao controle da lei.
ExcluirA Esquerda brasileira sofre com a teoria do pré chifre.
ResponderExcluirQuer proibir com medo de que morra um inocente e não liberar para que não morra o bandido.
Veja mais sobre a esquerda e suas iniciativas aqui: http://carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados
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